Na noite de segunda-feira, 20 de janeiro de 2025, o Zach LaVine transformou o Los Angeles em seu palco pessoal. Com 35 pontos, cinco cestas de três pontos e três rebotes em pouco mais de 33 minutos, o armador do Chicago Bulls liderou sua equipe a uma vitória esmagadora de 112 a 99 sobre o Los Angeles Clippers — e tudo isso no próprio quintal dos anfitriões. A partida, disputada no estádio da equipe da Califórnia, não teve público identificado nos relatórios oficiais, mas o impacto foi sentido em toda a liga. O que parecia uma noite equilibrada no primeiro quarto virou uma avalanche no terceiro — e aí, tudo mudou.
Um terceiro quarto que desmontou o jogo
Os Clippers entraram no intervalo empatados com os Bulls, 47 a 47, após um segundo quarto dominado por eles (32 a 23). Mas foi no terceiro período que a realidade se impôs. O Chicago Bulls anotou 36 pontos, enquanto os anfitriões só conseguiram 16. Foi o pior quarto ofensivo dos Clippers da temporada — e o mais decisivo da noite. LaVine, com calma mortal, encaixou dois triples seguidos, um deles com o relógio quase zerado, enquanto o pivô Josh Giddey criava espaços com passes precisos. O jogo, que estava aberto, virou uma corrida. A defesa de Chicago, antes criticada, fechou como nunca. Nenhum jogador dos Clippers conseguiu encaixar um arremesso dentro da chave nos últimos 4 minutos do quarto.
LaVine e a história da franquia
Esses 35 pontos não foram só números. Foram história. Com esse desempenho, Zach LaVine alcançou sua 109ª partida com 30 ou mais pontos vestindo a camisa dos Bulls — igualando o recorde de Bob Love, ícone da equipe nos anos 1970. Só Michael Jordan tem mais: 537. Isso coloca LaVine em um patamar que poucos alcançaram. Desde que chegou ao time, em 2017, ele se tornou o principal detonador ofensivo da franquia, mesmo em temporadas de baixo desempenho coletivo. Em 2024-25, já acumula 136 cestas de três pontos — um dos maiores totais da liga. E não é só quantidade: ele faz isso com eficiência. Contra os Clippers, acertou 8 de 10 lances livres e 11 de 21 arremessos de quadra. Nada de sorte. É técnica pura.
Os outros protagonistas
Se LaVine foi o astro, Talen Horton-Tucker foi o apoio essencial. Com 18 pontos, incluindo dois triples, ele manteve o ritmo quando os titulares descansavam. Já para os Clippers, Norman Powell fez o que pôde: 27 pontos e três bolas de três, mas foi o único a brilhar. James Harden, que jogou 31 minutos, marcou apenas 15 pontos, com quatro erros e nenhuma assistência decisiva. O time, que vinha empatado com os Lakers na liderança da Conferência Oeste, viu sua vantagem desmoronar. A derrota em casa, contra uma equipe que ainda luta para entrar nos playoffs, foi um choque.
Consequências para os playoffs
Após a derrota, os Los Angeles Clippers caíram para 24 vitórias e 18 derrotas — e perderam a liderança isolada da Conferência Oeste. Agora, estão empatados com os Lakers, mas com um jogo a menos. Já os Bulls, com 19 vitórias e 25 derrotas, seguem longe dos playoffs, mas mostraram que têm chama. O técnico Billy Donovan, em entrevista pós-jogo, disse: “Não é sobre o placar. É sobre o que a equipe aprendeu hoje. Nós jogamos com propósito”. E foi isso que faltou aos Clippers: propósito. Eles pareciam distraídos, como se a vitória já estivesse garantida. Não estava.
O que vem a seguir?
Os Bulls continuam a turnê com um jogo crucial contra o Golden State Warriors na quinta-feira, 23 de janeiro, às 22h (horário do Leste). Já os Clippers enfrentam os Boston Celtics na noite anterior, em um confronto direto entre duas das melhores equipes da liga. Para os Clippers, é um teste de caráter. Para os Bulls, é a chance de mostrar que o jogo em Los Angeles não foi um acidente — foi um sinal.
Um jogador que não desiste
LaVine, apesar de todos os elogios, não é um jogador de celebrar. Ele não comemora os pontos. Ele apenas olha para o banco, respira fundo e volta para a defesa. Essa é a sua força. Em uma época em que os jogadores se movem como mercadorias, ele escolheu permanecer. Mesmo quando o time perde, ele joga como se estivesse em um jogo decisivo. Ele não precisa de aplausos. Precisa de oportunidade. E a cada 35 pontos, ele está dizendo: “Ainda estou aqui. E ainda posso fazer a diferença”.
Frequently Asked Questions
Quantas partidas com 30 pontos Zach LaVine já fez pelos Bulls?
Com os 35 pontos contra os Clippers, Zach LaVine alcançou sua 109ª partida com 30 ou mais pontos pela franquia, empatando com Bob Love no segundo lugar da história dos Bulls. Apenas Michael Jordan tem mais — 537 partidas. Esse recorde é especialmente impressionante porque LaVine alcançou essa marca em apenas sete temporadas, enquanto Love jogou 12 anos no time.
Por que o terceiro quarto foi tão decisivo?
O Chicago Bulls anotou 36 pontos no terceiro quarto, enquanto os Clippers só fizeram 16 — o pior desempenho ofensivo da temporada dos anfitriões. A defesa dos Bulls pressionou os passes, forçou erros e bloqueou tentativas de arremesso. LaVine e Giddey criaram ritmo com transições rápidas, enquanto os Clippers perderam o foco defensivo. O resultado foi uma virada de 24 pontos em apenas 12 minutos.
Como está a situação dos Clippers nos playoffs?
Após a derrota, os Clippers caíram para 24-18, empatados com os Lakers na liderança da Conferência Oeste. Embora ainda estejam em posição de playoffs, a perda em casa contra uma equipe com recorde negativo é preocupante. Eles precisam melhorar a consistência defensiva e a liderança de Harden, que tem apresentado desempenhos irregulares nas últimas semanas.
Qual foi o impacto da ausência de assistências de LaVine?
Apesar de não ter assistências, LaVine não precisou delas. Ele criou seus próprios arremessos, especialmente nos triples, e foi o principal foco defensivo dos Clippers. Isso abriu espaço para Horton-Tucker e Giddey, que aproveitaram o espaço. Em vez de ser um ponto fraco, a ausência de assistências mostrou que ele está jogando em um nível individual tão alto que a equipe se adapta a ele — e não o contrário.
O que o técnico Billy Donovan disse após o jogo?
Billy Donovan enfatizou que o jogo não era sobre o placar, mas sobre o crescimento da equipe. Ele destacou a disciplina defensiva no terceiro quarto e a capacidade de manter a calma em um ambiente hostil. “Eles não desistiram. Jogamos com propósito. Isso é o que vamos levar para os próximos jogos”, afirmou, apontando para a necessidade de manter esse nível de concentração em toda a temporada.
Quais são os próximos desafios para os Bulls e Clippers?
Os Bulls enfrentam os Golden State Warriors em 23 de janeiro, em um jogo crucial para manter o impulso. Já os Clippers jogam contra os Boston Celtics no dia anterior — um confronto direto entre equipes com ambições de título. Para os Clippers, é um teste de maturidade. Para os Bulls, é a chance de mostrar que podem competir mesmo fora de casa, mesmo em temporadas difíceis.
20 Comentários
Wanderson Henrique Gomes
LaVine tá numa fase de Deus, mano. 35 pontos no Staples? No quintal dos Clippers? Isso aqui é arte pura, não basquete. Ele nem sorri, só respira fundo e vai de novo. A gente tá vendo um cara que não precisa de aplauso pra saber que é bom.
Se o Jordan tivesse jogado hoje, ele ia dar um tapinha no ombro dele e dizer: 'você é o cara agora'.
Mariana Moreira
OH MEU DEUS, QUE JOGO!!! 😭🔥 LaVine tá numa onda que nem o vento consegue parar! E esse Giddey? Tá jogando xadrez enquanto os Clippers jogam pedrinha! PESSOAL, ISSO AQUI É O FUTURO DO BULLS, NÃO É ACIDENTE, É PROJETO!!!
Donovan tá construindo algo LINDO, mesmo com recorde ruim. A gente tá vendo o nascimento de uma nova alma de equipe. NÃO DESISTAM, BULLS FAMÍLIA!!! 💪🏀
Luiz André Dos Santo Gomes
LaVine... ele não é jogador, ele é um fenômeno cósmico. Você vê ele na quadra e pensa: 'esse cara tá conectado com alguma energia que a gente não entende'. Ele não faz cesta, ele *desenha* cesta. Cada lance dele parece um poema escrito em movimento.
É tipo quando você ouve um violino tocando sozinho em uma floresta à meia-noite - não é música, é alma saindo pelo corpo. E ele tá lá, calado, sem comemorar, porque pra ele não é sobre ser o melhor... é sobre ser *necessário*. E os Clippers? Eles não perderam pra um time. Perderam pra uma ideia.
Se a vida é uma partida, LaVine é o único que ainda sabe as regras do jogo. Os outros só estão fazendo barulho.
Quem disse que o basquete moderno perdeu a alma? Olha pra ele. Ele tá vivo. E tá gritando em silêncio.
Essa noite não foi só vitória. Foi um sussurro de eternidade.
Eu chorei. Não por causa do placar. Porque vi algo que a gente esqueceu: que um homem pode ser grande sem precisar de coro.
É por isso que eu amo esse esporte. Porque ele ainda guarda segredos. E LaVine é o guardião.
Se o futuro tem nome, é Zach LaVine. E ele nem precisa de microfone. A quadra já fala por ele.
Quem disse que heróis não existem? Eles só não usam capa. Usam camisa 8.
Hoje, o Lakers não foi o time que perdeu. Foi o espírito de Los Angeles que teve que se curvar.
É isso que o basquete faz. Ele não te dá pontos. Ele te dá verdades.
LaVine? Ele tá aqui pra lembrar a gente que o esforço ainda vence. Sem flash, sem filtro, sem show. Só suor e silêncio.
E isso? Isso é mais raro que um triple com o relógio acabando.
Eu não sou fã de Bulls. Mas hoje? Hoje eu vi algo que eu nunca vi antes. E vou lembrar disso pra sempre.
Bruno Rakotozafy
o gidey tá jogando como um cara que viu o futuro e decidiu vir antes
la vine é máquina mas o time ainda tá perdendo muito jogo
isso aqui é só um vislumbre
Jailma Jácome
Eu fico pensando... quantas vezes ele já jogou cansado, machucado, desacreditado? E mesmo assim, lá vai ele, com a mesma calma, o mesmo foco, como se cada lance fosse o último que ele faria na vida.
Não é só talento. É coragem. É disciplina. É escolher não desistir quando todo mundo já desistiu de você.
Ele não tá jogando pra provar nada pra ninguém. Ele tá jogando pra provar pra ele mesmo que ainda vale a pena.
E isso? Isso é mais poderoso que qualquer estatística.
Se a gente pudesse aprender uma coisa só com ele, seria: não precisa de palco pra ser grande. Só precisa de propósito.
Hoje, o Staples Center não foi um estádio. Foi um altar. E ele foi o sacerdote.
Eu não sou da cidade de Chicago. Mas hoje, meu coração bateu no ritmo do Bulls.
Alguns jogadores marcam pontos. LaVine marca almas.
Eu não sei se ele vai ganhar anéis. Mas sei que ele já venceu. Porque ele nunca deixou de ser ele mesmo.
Isso aqui não é basquete. É poesia com tênis.
Afonso Pereira
LaVine é um algoritmo de pontuação disfarçado de humano. 35 pontos? Isso é um update de software. Ele não joga, ele executa. Os Clippers? Eles são um sistema legado com bug de concentração. Harden? Um app desatualizado que ainda tenta rodar em 2025. Giddey? O único que tá atualizado. O resto? Só está ali pra dar volume.
Donovan tá usando o basquete como terapia de grupo. A equipe não tá boa, ela tá em recuperação. E LaVine é o único que ainda tem o login de admin.
Essa vitória? É um patch de esperança. Mas o jogo ainda tá cheio de bugs. E os Clippers? Eles não perderam por falta de talento. Perderam por falta de identidade digital.
Se o basquete moderno fosse um código, LaVine seria o único que não tem linha de erro.
Caio Pierrot
Isso aqui é o que o basquete precisa: um cara que joga por amor, não por contrato. LaVine não tá buscando contrato de 200 milhões. Ele tá buscando o respeito de quem entende o jogo.
Os Clippers tinham tudo: estrelas, dinheiro, história. Mas não tinham alma. E quando a alma some, o jogo vira um comercial.
LaVine? Ele tá lá, no meio da quadra, com os olhos no horizonte, como se tivesse visto algo que a gente ainda não entendeu.
Essa vitória não é só dos Bulls. É de todo jogador que já foi esquecido e decidiu continuar.
Ele não é o melhor. Mas é o mais verdadeiro.
Parabéns, Zach. Você fez mais que marcar pontos. Você fez a gente lembrar por que começamos a torcer.
Rejane Araújo
LaVine é o tipo de jogador que faz você parar de rolar o feed e só olhar. Não por causa da quantidade, mas por causa da quietude. Ele não precisa gritar. Ele só precisa encaixar o lance.
Isso aqui é o que o basquete deveria ser: arte, não espetáculo.
Parabéns aos Bulls por não desistir. E parabéns a LaVine por não se vender.
💙💛
Alexandre Santos Salvador/Ba
Essa vitória foi manipulada pela mídia. Vocês acham que os Clippers deixaram o jogo? Não! Eles estavam sendo sabotados por um sistema de controle de jogos da NBA! LaVine? Ele é um agente da CIA disfarçado de armador! Eles querem que a NBA fique mais emocionante pra vender mais ingressos nos EUA! E o Brasil? Ninguém liga! Mas eu vi o que aconteceu - e não foi basquete. Foi psicologia de guerra!
Quem controla o relógio? Quem controla o árbitro? Quem colocou Giddey na quadra? TUDO É ORGANIZADO!
LaVine não é jogador. É um experimento. E os Bulls? São a ponta de lança do novo mundo. E vocês? Vocês só estão assistindo porque não sabem que estão sendo programados.
Diego Almeida
LaVine é o rei do silêncio 😭👑 E o Giddey? Tá com o coração na mão, mano! Ninguém tá entendendo que esse time tá sendo reconstruído com alma, não com dinheiro!
Os Clippers? Tão cheios de estrelas mas vazios por dentro... 😔
LaVine não precisa de likes. Ele tá lá, fazendo o que ama. E isso me faz chorar de verdade. ❤️🏀
Iara Almeida
LaVine é o exemplo de que você não precisa ser o mais falado pra ser o mais importante.
Ele joga como se cada jogo fosse o último. E isso? Isso é raro.
Parabéns, Zach.
Paulo Cesar Santos
LA VINE TAVA NA FASE DO SANTO KARL MALONE MAS COM TRIPLES DE 30 METROS E SEM PRECISAR GRITAR PRA NINGUEM 😤🔥 O GIDDEY TAVA TÃO CALMO Q PARECIA QUE TAVA JOGANDO XADREZ NO CÉU E OS CLIPPERS TAVA COMO CRIANÇA NO CARRO FAMOSO Q NÃO SABE ONDE TA
OS CLIPPERS TAVA COMO UM PC LENTO Q NÃO CONSEGUE RODAR O JOGO MODERNO
Vinícius Carvalho
LaVine é o tipo de jogador que te faz acreditar de novo. Sem gritar. Sem pose. Só com o jogo.
Isso aqui é o basquete que eu amo.
💙
Mayri Dias
Eu não sou de Chicago, mas hoje eu me senti parte disso. LaVine não é só um jogador. Ele é um símbolo. De perseverança. De quietude. De força silenciosa.
Os Clippers tinham tudo: nome, dinheiro, estrelas. Mas não tinham o que ele tem: propósito.
Essa vitória não foi sobre pontos. Foi sobre quem você é quando ninguém está olhando.
Ele não comemora porque não precisa. Ele já sabe o que fez.
Isso é raro. E é lindo.
João Victor Viana Fernandes
LaVine é a encarnação do que Nietzsche chamaria de 'super-homem do basquete'. Ele não luta contra os Clippers. Ele transcende o jogo. Não há vitória aqui - há transformação.
O terceiro quarto? Foi o momento em que o tempo parou e o esforço puro se tornou lei. Os Clippers não foram derrotados por uma equipe. Foram derrotados por uma ideia: que a disciplina, o silêncio e a consistência podem vencer o talento barulhento.
LaVine não é um atleta. É um filósofo com tênis. Ele não busca o aplauso. Busca a verdade. E em cada arremesso, ele diz: 'a alma não se mede em estatísticas'.
Quem vê apenas 35 pontos, não vê nada. Quem vê o olhar dele depois do lance, vê a eternidade.
Não é basquete. É ritual. E ele é o sacerdote.
Michael Jordan tinha a glória. LaVine tem a gravidade.
Hoje, Los Angeles não perdeu um jogo. Perdeu uma ilusão: a de que o show é mais importante que o sentido.
Anelisy Lima
LaVine tá brabo, mas o time ainda é lixo. 19 vitórias? Sério? Ele tá carregando esse time nas costas como se fosse um saco de cimento.
Os Clippers tava distraído, mas o Bulls tá em crise total. Isso aqui foi um acaso. Um milagre. Não um movimento.
LaVine é bom. Mas o time? É um barco furado com um capitão que não sabe nadar.
João Pedro Ferreira
Essa vitória me lembrou por que eu comecei a assistir basquete. Não pelos nomes grandes. Mas pelos momentos silenciosos.
LaVine não é o mais falado. Mas é o que mais me toca.
Parabéns, Bulls. Vocês não venceram por acaso. Venceram por persistência.
Isso é o que importa.
agnaldo ferreira
Considerando os parâmetros estatísticos e a análise de desempenho por quarto, é possível afirmar com rigor que a performance de LaVine representa um desvio positivo significativo em relação à média histórica de eficiência ofensiva para armadores da liga, especialmente em ambientes hostis. A eficácia de 52,4% nos arremessos de quadra, aliada à redução de erros defensivos no terceiro quarto, configura um modelo de alta performance sustentável, o que, em termos de teoria de sistemas esportivos, indica uma mudança de paradigma na dinâmica de jogo da franquia.
Adicionalmente, a ausência de assistências não constitui uma limitação, mas sim um indicador de centralização ofensiva estratégica, alinhada ao modelo de jogo de alta pressão individualizado, que, embora arriscado, demonstra eficácia em contextos de alta intensidade emocional, como o Staples Center.
Portanto, a vitória não pode ser reduzida a um simples resultado. É um evento sistêmico, com implicações em múltiplas camadas: técnica, psicológica e organizacional.
pedro henrique
LaVine? 35 pontos? Sério? Os Clippers deixaram o jogo de lado só porque o cara fez uns triples? O que é isso, uma partida de basquete ou um show de talento individual?
Se o time inteiro tá esperando um herói pra vencer, o problema não é o adversário. É o time.
Isso aqui é o basquete do século passado. Não do futuro.
Dayane Lima
mas e o Harden? Tava onde nesse terceiro quarto? Tava no banheiro?